| Evite cair nas armadilhas dos sites falsos de emprego |
| Qua, 28 de Janeiro de 2009 04:55 |
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Quem está em busca de uma nova oportunidade de trabalho vai encontrar vários sites de emprego na internet para cadastramento de currículo e até anúncios de vagas em aberto. Entretanto, o uso desses serviços exige que os candidatos adotem algumas medidas de segurança antes de sair por ai divulgando dados pessoais. Fique atento para não cair em páginas falsas e suas informações pararem nas mãos de crackers que podem usá-las indevidamente. Os crackers podem explorar os dados pessoais da vítima para emitir documentos e até abrir contas bancárias. Com os números do RG ou CPF, por exemplo, é possível checar o imposto de renda e até a declaração de alguém. Como se precaver Simão diz que ninguém imagina encontrar um cibercriminoso do outro lado. “Ao acessar uma página que oferece alguma coisa boa, os internautas ficam eufóricos e entregam informações confidenciais, que não repassariam nem para um amigo", ressalta. O especialista da Trend observa que as pessoas têm o costume de clicar em qualquer link que vêem, e colocam seus dados pessoais em qualquer lugar. “Isso é como dar a chave de casa para o ladrão. Ele nem precisa arrombar a porta", emenda. O analista afirma que há muito programas gratuitos na web que classificam a reputação de um site. Eles fornecem informações das páginas, tempo de atividade e dizem se são seguros ou trazem algum risco. O internauta também pode tentar levantar o nome do provedor de acesso para checar informações sobre o site, procurar alguém conhecido que já usou o serviço, entrar em contato com os administradores por meio de telefone enviar e-mail para solucionar suas dúvidas. O que a vítima pode fazer "Este é o melhor caminho por enquanto", argumenta Marcy. Os policiais especializados podem investigar o ocorrido e até achar o cibercriminoso, caso o provedor seja brasileiro. Em São Paulo, o procedimento pode ser feito no Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), que fica na Av. Zack Narchi, nº 152, Carandiru. O telefone de contato é (11) 6221-7011. Nos outros Estados brasileiros, é aconselhável procurar a Secretaria de Segurança Pública para obter mais informações. "Caso a vítima tenha sido roubada por um cracker, os bancos fazem uma investigação. Comprovado o problema, eles podem ressarcir quem foi lesado", diz advogada. "O problema é que em muitos destes golpes o provedor é conivente com ações criminosas, e o país onde o site está hospedado não tem legislação para isso”, afirma.
Fonte: WNews |



